sábado, 22 de maio de 2010

Aurora de sonhos


Quem dera fosse meu canto
consolo para estas dores
que rondam os corredores
do pago em desencanto
quem dera fosse o meu canto
o fim destas invernias
que calam as mesas vazias
dos ranchos pobres do campo

Quem dera fosse o violão
a arma mais poderosa
e fosse um botão de rosa
trincheira contra a opressão
e fosse um botão de rosa
trincheira contra a opressão

Nasceria uma nova aurora
plena de luz e poesia
trazendo paz e alegria
para os olhos de quem chora
seria em fim o meu canto
o sol clareando o universo
e a chama do meu verso
maior que as dores do pranto

Quem dera fosse o violão
a arma mais poderosa
e fosse um botão de rosa
trincheira contra a opressão
e fosse um botão de rosa
trincheira contra a opressão...

(música/autor desconhecido)

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